12 de junho de 2015

Sobre fazer intercâmbio #4: um pré-embarque com a STB

Intercâmbio, Publieditorial

Se tem uma coisa imprescindível antes de embarcar para a tão sonhada viagem de intercâmbio é checar tudo o que está relacionado à documentação, bagagem, transporte, acomodação, escola e, claro, formas de movimentar seu dinheiro no exterior.

Sim, é muita coisa para quem já está, literalmente, com a cabeça em outro mundo, mas essa tarefinha chata – e obrigatória – pode ficar muito divertida quando compartilhada com outras pessoas que estão passando pela mesma experiência que você!

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Fotos: Carol Oliveira

Foi o que aconteceu na noite de ontem, 11, quando a STB Aracaju realizou a reunião de Pré-embarque do 2° semestre 2015, com cerca de 35 estudantes que viajarão já já para os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, França, Austrália e Nova Zelândia. Alguém me leva junto, por favoooooor????
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Olhem a carinha de felicidade desses meninos! :)

Como de costume, em todos os pré-embarques da STB Aracaju, cada intercambista pode levar um acompanhante. Acho isso fantástico porque, além do compartilhamento de dúvidas, sugestões e anseios dos estudantes, os pais/responsáveis ficam um pouco mais tranquilos (não adianta, eles nunca ficarão 100%) e podem ter uma ideia mais real de todo o processo.

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Fiz meus dois intercâmbios com a agência e posso garantir que esse pré embarque é um dos momentos mais gostosos da viagem (porque siiiiiiiiim você já viaja antes mesmo de entrar no avião!). É nessa hora que a  “ficha cai” e você se dá conta de que vai realizar um grande sonho, sabe?! É algo muito especial mesmo! <3

Logo de início, o gerente de vendas da STB Aracaju, João Dória, deu um breve panorama sobre a empresa, que é referência nacional no que se refere à intercâmbio. Em seguida, falou um pouco sobre os destinos dos intercambistas, da documentação necessária para a entrada em cada um deles e também das vacinas exigidas em alguns destinos.

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João esclareceu todas as dúvidas dos intercambistas

Passaporte, imigração, aeroportos, transporte, remédios, todo mundo prestando atenção a tudo, claro, mas os olhinhos brilharam mesmo quando o assunto foi… bagagem! Hahahaha impressionante, gente! (#todosqueremcomprar) A própria empresa montou umas malinhas com imagens e descrições dos destinos para serem entregues aos viajantes. Uma fofura só! <3

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Muito amor por esse brinde do pré-embarque!!!

Para os países de destino do grupo, são permitidas até duas bagagens de 32 kg (cada)  para despacho. Então… Imagine a quantidade de coisas que esses meninos pensam que podem levar e comprar???  Digo “pensam que podem” porque muitos pais já ficaram apreensivos com a euforia dos “64 kg, yaaaaaay!”

Aproveitando o ensejo, foi a vez de falar sobre a compra de moeda estrangeira e as várias possibilidades de levá-la (em espécie, cartão de débito e de crédito). Afinal de contas, para encher as malas é preciso ser bem atento e cauteloso com dinheiro, né?!)

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Escola e acomodação também foram temas que geraram bastante dúvida, principalmente porque implicam na vivência plena de uma realidade cultural diferente da nossa, né?! Não adianta, gente, viajar para um intercâmbio requer abrir mão de muitos “certos” e “errados” da nossa cultura. O mundo é bem maior que o nosso quarto, a nossa casa ou o nosso país.  O João fez seu primeiro intercâmbio aos 14 anos, então sabe bem como as coisas funcionam e deu um panorama bem bacana sobre os temas.

O seguro saúde foi outro assunto tratado no pré-embarque. Tem que ter!!! E quem viaja pela STB Aracaju não sai do aeroporto sem! Acho muito relevante esse posicionamento da empresa. Saúde está sempre em primeiro lugar e a gente nunca sabe quando vai precisar de um atendimento, né?! Graças a Deus, nunca precisei, mas cheguei bem perto quando torci meu pé no meio do Convent Garden, em Londres…

Tiradas todas as dúvidas, hora de entregar os documentos dos viajantes! Olhem que coisa mais linda esse porta-documentos! E essas tags para as malas??? #queroviajardenovo

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Para comemorar, doces e salgados artesanais!!! Delicia, delicia, delícia!!!

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Confesso que, em muitos momentos do pré-embarque de ontem, ouvindo novamente todas as orientações, fiquei com lágrima nos olhos de saudade de tudo o que vivi nos meus dois intercâmbios! Bateu uma vontade enooooorme de viajar de novo, sabe?!

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Vamos ver o que o destino me reserva para as próximas férias. Mas deixo claro que planos de um novo embarque com a STB não me faltam! =)

Jéssica Vieira
Jéssica Vieira
21 de Maio de 2015

Intercâmbio: tudo o que você precisa saber antes de embarcar neste sonho

Intercâmbio, Viagem

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Meu sonho de estudar fora do país surgiu ainda na adolescência, quando comecei a sentir necessidade de conhecer lugares e culturas diferentes. No entanto, fazer intercâmbio naquela época era algo completamente fora da minha realidade.

As passagens e os cursos de idiomas eram absurdamente caros, não havia muitas agências especializadas no serviço e pouco se tinha acesso à informação como nos dias atuais. Intercâmbio era o luxo dos luxos e era para poucos

Hoje, esse cenário mudou e fez com que inúmeros estudantes e profissionais brasileiros – inclusive eu! – conseguissem pôr em prática essa experiência tão maravilhosa e indescritível.

Para ajudar quem está sonhando com o primeiro – ou com o próximo – destino, conversei com João Dória, gerente da Student Travel Bureau (STB) em Aracaju, uma das mais renomadas agências de intercâmbio do país, para explicar tudo o que você precisa saber antes de embarcar nesse sonho.

Confira a entrevista abaixo:

Deixe-me contar – O que é um intercâmbio?
João Dória –
Há certo tempo, poderia dizer que era um período de um semestre ou de um ano acadêmico, em outro país. Hoje em dia, pode ser um período de dias, semanas, semestre ou até anos. Tornou-se algo tão personalizado que as pessoas adequam os seus objetivos pessoais, profissionais ou acadêmicos a este período de aprendizado e conhecimento. Atualmente, os programas têm os mais variados propósitos: aprendizado do idioma, exames de proficiências e certificados, lazer, períodos sabáticos, mudanças de carreiras, pós-graduações, colegial no exterior, turismo cultural e assim por diante.

Deixe-me contar – Qualquer pessoa pode ter essa experiência? Existe idade mínima ou máxima para isso?
João Dória –
Sim, qualquer pessoa. Hoje, já trabalhamos com programas para estudantes a partir de 6 anos (em Verbier, na Suíça, por exemplo), até o limite da capacidade física de suportar o tempo da viagem dentro do avião. Temos clientes que viajaram conosco com a idade de 78 anos. O principal pré-requisito é querer participar de um programa de intercâmbio.

Deixe-me contar – É preciso ser fluente no idioma do país de destino para fazer um intercâmbio?
João Dória –
De maneira alguma. Os programas de idioma são feitos justamente para o desenvolvimento das quatro habilidades cognitivas: ler, ouvir, falar e escrever, do nível básico ao avançado. Apenas em programas de certificados ou acadêmicos, a exemplo de mestrados e doutorados, seria exigida a fluência na língua.

Deixe-me contar – Como deve ser feita a escolha do país de destino?
João Dória –
O estudante deve levar em consideração o que o atrai numa outra cidade ou país. Urbana ou descolada, grande ou pequena, fria ou quente, todos os aspectos devem ser considerados e analisados delicadamente. Importante também saber para quais destinos o programa escolhido é ofertado. Deve-se ponderar o que é prioridade na viagem. Existe um apanhado de perguntas pessoais que precisam ser feitas antes da escolha final. Não é como uma camisa, por exemplo, que compramos e, caso não sirva, podemos trocá-la rapidamente. É algo mais definitivo e envolve muitas expectativas, portanto precisa ser analisado com bastante calma.

Deixe-me contar – Qual é o papel da agência de intercâmbio neste processo?
João Dória –
Se tivesse que definir em uma só palavra, seria orientar. Somos responsáveis por “guiar” o estudante desde o processo de escolha do programa até toda a parte operacional. Temos um conceito chamado ‘One Stop Shop’, no qual o estudante resolve tudo que ele precisa conosco, da orientação para tirar o passaporte ao passe de trem para fazer aquela viagem durante o intercâmbio. A escolha da agência deve levar em consideração a segurança e a credibilidade, pois os preços são sempre tabelados e divulgados amplamente no site dos fornecedores.

Deixe-me contar – Como são escolhidas as escolas e as acomodações?
João Dória –
O estudante precisa estar munido de informações que possam ser relevantes na escolha, tais como localização, programas ofertados, horários das aulas, estrutura física, número de alunos, mix de nacionalidade, dentre outros. As acomodações também seguem a mesma linha e é importante que o estudante avalie todas as opções para que ele mesmo possa julgar o que é mais lhe é conveniente e adequado. Não existe melhor ou pior escola ou acomodação, mas sim opções mais adequadas a cada perfil

Deixe-me contar – Qual o melhor período para fazer intercâmbio? E o tempo mínimo para uma aprendizagem real?
João Dória – Não diria que existe um melhor período para viajar, pois o que é ruim para uns pode ser bom para outros. Já tivemos casos de estudantes que não queriam frio de maneira alguma e outros que queriam o lugar mais frio no qual pudessem aprender o idioma. Acredito que o período está relacionado ao que é importante e relevante para o passageiro. Com relação ao período para uma aprendizagem real, vai depender de como está o nível do estudante ao iniciar o programa, mas trocando em miúdos: para cada um mês de aula num intercâmbio, temos o equivalente a seis meses de aula no Brasil. Isso em carga horária, sem mencionar a imersão cultural.

Deixe-me contar – O que representa um intercâmbio para você?
João Dória – Para mim, é um período de descoberta e aprendizado, onde avaliamos o real sentido da vida e nossos valores. Acredito que o intercâmbio é parte fundamental na formação pessoal e profissional do indivíduo. Meu grande sonho é que, algum dia, todos possam ter essa oportunidade, assim teremos um mundo com mais respeito às diferenças. Sem dúvidas, você sempre volta diferente de uma viagem. Por algum tempo, essa era a marca da STB e descreve fielmente esse processo.

E aí, deu vontade de viajar? =)

Jéssica Vieira
Jéssica Vieira
18 de Janeiro de 2014

Fazendo as malas: o que levar na sua tão sonhada viagem?

Intercâmbio, Viagem
fazendo as malas - deixemecontar
A busca pela mala perfeita é sempre uma constante e, ao passar dos anos, vai sofrendo ajustes necessários

Uma das dúvidas mais recorrentes de quem vai viajar – seja em intercâmbio ou em férias da escola ou trabalho – é como arrumar uma mala completa, sem exageros.

Desde a minha “primeira grande viagem longe de casa”, ainda na adolescência, quando passei quase uma semana em Natal (RN) na comemoração da minha formatura do Ensino Médio, tenho uma lista básica do que levar que, claro, foi se adaptando ao passar dos anos e dos roteiros.

No início, é natural levarmos mil e uma coisas, pensando nas mil e duas possibilidades que estão por vir, mas a realidade é que mais da metade das coisas fica intacta e, ao final de tudo, mal sobra espaço para trazer uma lembrancinha…

Na prática, quando estamos viajando, saímos cedo da acomodação (hotel/hostel/casa de família/casa de amigos) e só voltamos à noite, muito provavelmente para tomarmos banho e sairmos novamente. Assim, acredite: você NÃO vai usar todos os #looksdodia que gostaria e imaginou.

Tenha em mente: uma mala completa é a que leva o necessário.

Assim, dividi “A mala perfeita” em algumas categorias (não me julguem, sou metódica mesmo! rsrsrs). São elas:

1 – Saúde (medicamentos e afins)

  • Antitérmico, , analgésico, anti inflamatório, pomada para machucados (Ex: Gelol);
  •  Solução para lentes de contato, colírio, removedor de proteínas e estojo (E você aí achando que difícil é usar óculos, né?!);
  • Band-Aid, termômetro;
  • Medicamento que você use regularmente

OBS: Em caso de viagens ao exterior, os líquidos não podem estar em recipientes com maior capacidade que 100 ml e alguns medicamentos exigem receita médica.

2 – Higiene e limpeza

  • Algodão, cotonete, prendedor de cabelo
  • Shampoo, condicionador, creme de pentear, pente;
  • Sabonete facial, tônico, hidratante facial (com filtro solar);
  • Sabonete, hidratante para o corpo, perfume, desodorante;
  •  Hidratante para as mãos e para os pés, pedra pomes (sim, eu também achava frescura até sentir a real necessidade deles);
  • Escova, creme, enxaguante e fio dental;
  • Kit unhas (lixa, acetona, esmalte, alicate, tesourinha);
  • Absorvente; lenços íntimos, protetor diário;
  • Pinça e estojo de depilação.

Dicas: Alguns desses produtos você pode comprar assim que chegar ao seu destino, mas existem versões em miniatura no mercado que quebram o galho durante o mês inteiro. Particularmente, prefiro viajar com todas essas versões mini a ter que comprar na hora… Fica tudo organizado e você só repõe o que houver necessidade.

Ah ,aproveite os produtos que estão acabando, a exemplo do perfume (sim, você só precisa levar um para o dia a dia. Se quiser um “marcante” para a noite, invista nas amostras que muitas lojas de cosméticos oferecem. Seu perfume preferido custará MUITO menos no seu novo lar temporário, acredite!

Como no item anterior, líquidos devem estar em embalagens transparentes com capacidade igual ou inferior a 100 ml e objetos cortantes devem estar na mala a ser despachada.

3 – Maquiagem

  •  Primmer, base, corretivo, pó (se sua pele for boa, substitua tudo isso por um BB Cream. Prático, rápido e eficiente!);
  • Sombras (um quarteto com cores da sua preferência basta), rímel e lápis delineador para olhos (sugiro um preto e outro colorido);
  • Blush (as tonalidades de bronze e coral ficam bem em todas as peles e, a depender da intensidade, podem ser usados de dia ou à noite. Economia, minha gente!);
  • Delineador de lábios e batom (um nude rosado e outro mais escuro já estão de bom tamanho. Para uma cor nova, basta misturar);

4 – Para jamais esquecer

  •  Câmera fotográfica e celular (com fone e respectivos carregadores);
  • Livro de bolso (escolha o mais leve e engraçado que estiver na sua fila pessoal);
  • Caneta, bloquinho, pen drive.

5 – Roupas e sapatos (Antes de ler: existe lavanderia pelo mundo, ok?)

  •  1 par de chinelos (estilo Havaianas);
  • 1 sandália de salto médio (Não, você não vai usar seu mega salto, desista));
  • 1 bota de salto baixo ou 1 tênis (sempre fico com a bota…);
  • 2 sapatilhas
  • 1 toalha
  • 3 calças jeans (uma você já vai usando);
  • 1 leeging;
  • 1 saia jeans
  • 2 shorts
  • 1 jaqueta jeans
  • 2 casaquinhos de lã ou tecido mais quentinho;
  • 10 blusas ou camisetas (com mangas longas e curtas)
  • 10 roupas íntimas (calcinhas ou cuecas, para os meninos) e 3 sutiãs;
  • 4 pares de meias (acho que uns 6 para os meninos);
  • 2 roupas para dormir;
  • 2 vestidos soltinhos e um mais estruturado;
  • 2 cintos;
  • 1 guarda-chuva pequeno e retrátil;
  • 1 mochila e 1 bolsa de mão.

6 – Acessórios

Brincos, colares, anéis, pulseiras… isso fica por conta do gosto de cada um. Quanto mais você levar, mais variado ficará o seu visual, mas isso não quer dizer que você tenha que levar o armário inteiro! Aqui, a única coisa que recomendo é não levar joias, por motivos óbvios, né?!

Acho que é isso…   Lembrando que, claro, os tecidos e a quantidade devem ser adequados ao período e ao clima do local. Nunca viajei em época de inverno congelante (e isso está um pouco fora de cogitação), então não sei muito o que indicar a quem vai passar o inverno na Europa, por exemplo, ou nos EUA, que chegam a marcar temperaturas de – 40º…

Entretanto,  os itens 1, 2, 3 e 4 vão comigo a qualquer destino, sempre!

Quem tiver alguma sugestão pode colocar aqui nos comentários. A busca pela mala perfeita é sempre constante…

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Jéssica Vieira
Jéssica Vieira